É um facto: vivemos constantemente pressionados para sermos os melhores pais, os mais perfeitos, com o melhor aspecto, com tempo para a família e ainda para uma vida social, para estarmos sempre com boa aparência e a gritar o último trapinho da moda. Que magníficos que somos!
Depois, o que acontece é que nada como esperamos, tropeçamos em todas as magnitudes que queremos para a nossa vida, começamos a cair e não encontramos o raio de uma corda para nos segurarmos e, o pior, não existe nenhuma rede la em baixo para amparar a queda.
E escusam de dizer que não são assim, porque queremos sempre ser os melhores e queremos sempre roçar a perfeição!
NEWSFLASH! Esta ambição esmaga-nos e causa frustração. Acabamos por não nos entregarmos ao que realmente importa, a não sabermos amar convenientemente os nossos filhos, parceiro/a, restante família e amigos e acabamos por viver num mundo de ilusão, onde não somos felizes.
Vamos, então, tentar fazer um exercício (eu incluída), de libertação:
1) Nós, pais, temos direito a falhar nesta profissão. É importante assumir os erros, sem nos culparmos de tal e remediando as coisas se necessário.
2) Nós, mulheres, temos de arranjar tempo para nós enquanto tal: Um jantar com o marido, uma ida ao cabeleireiro, compras, uma saída com amigas, largar as roupas, agarrar num livro do nosso interesse e devorá-lo.
3) Nós, donas de casa, não precisamos de ter a casa num brinco! Se não puderem ter uma empregada para vos ajudar nas tarefas, peçam ajuda à mãe, irmãs, sogra! É natural não ter tempo para a casa e não temos de ser super mulheres!
















