21.4.13

Entrevista ao Dr. Mário Cordeiro

Gostei da entrevista que a Isabel Stilwell, fez ao Mário Cordeiro (nota: um dos mais prestigiados pediatras nacionais, é professor auxiliar de Saúde Pública na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa e membro da Sociedade Portuguesa de Pediatria e da British Association for Community Child Health. É membro e consultor de diversas organizações de pais e familiares de crianças com doença crónica. Dirigiu o Observatório Nacional de Saúde e fundou a Associação para a Promoção da Segurança Infantil e a Associação pela Saúde dos Adolescentes, intervindo regularmente em prol dos direitos das crianças, enquanto pessoas e cidadãos. Associando à sua vasta formação pediátrica, conhecimentos nas áreas da Psicologia e da Sociologia e Antropologia.) e quero partilhar convosco e saber a vossa opinião sobre a parentalidade hoje em dia.








------ texto abaixo retirado daqui -----



Os pais de hoje são melhores, iguais ou piores pais do que os seus pais?
São diferentes. São diferentes como pessoas, dado o percurso de vida diferente que tiveram em relação aos pais e avós, sobretudo num país que teve uma transição social muito rápida; são diferentes as famílias, na sua composição e estrutura; é diferente a sociedade, seja na tecnologia, seja nos estilos de vida, transportes, horários, trabalhos e regras e premissas sociais. A vida da mulher e do homem alterou-se muito, bem como os aspectos relacionais dessa vida. Uma coisa é certa: são os melhores pais que os filhos podem ter, e isso é que interessa. Não se podem comparar coisas que são incomparáveis, passe o pleonasmo.
Como reage àquela ideia, que tanta gente repete, de que em criança é que se é feliz...
As crianças são felizes, embora a infância não seja um universo cor-de-rosa, mas sim um quadro que começa em tons bem negros e ao qual poderemos adicionar cores, entre as quais a cor-de-rosa, bem como alguns (muitos) arco-íris. Mas para ter arco-íris é necessário ter sol mas também chuva. Há crianças mais felizes e outras menos felizes, e ainda há, felizmente, uma minoria muito infeliz, mas porventura menos do que anteriormente, embora careçamos de dados epidemiológicos para sustentar uma afirmação destas, que pertence mais ao domínio das convicções.
Os pais, sobretudo as mães, falam muito da 'culpa' que os persegue?
Muito, mas é preciso desfazer esse mito da super-mulher, e a culpabilização das mães por trabalharem. As mães sempre trabalharam, e não apenas em casa ou no meio rural: há 100 anos, mais de um terço das mulheres trabalhava em fábricas, vendas, etc. Chega de culpa, essa odiosa herança da nossa moral judaico-cristã. É preciso responsabilização, mas não culpabilização, porque esta, além de injusta, vitimiza e paralisa.
O maior drama dos pais de hoje é a falta de tempo?
Não digo que os dias tenham 48 horas ou que uma vida pessoal plena não contemple muitos universos que não apenas o prestar cuidados aos filhos, mas sendo o tempo um bem finito e escasso, há que o valorizar como precioso e usá-lo bem. E fazer ver aos nossos filhos que quando nos vêem, depois de um dia inteiro de ausência, estão 'famintos' de pais, que eles são a nossa prioridade. O que não quer dizer que sejam o nosso único destino ou que tenham espaço para libertar a sua omnipotência narcísica e egoísta. Mas a nossa prioridade, são.
É possível 'tempo de qualidade' sem tempo de facto?
Claro que há que ter um mínimo de tempo e aí entra outra coisa: opções. Cada um deve estudar, com critério, quais as prioridades e não pensar que são deuses e que podem fazer tudo. Não podem. Ter filhos levará a que muitas outras coisas terão de ser postas um pouco à margem, designadamente a cegueira pelas «car-reiras» e pelo trabalho. E, note, não tem nada a ver com o trabalho enquanto necessidade de vida, mas com o culto desse trabalho como Ente supremo nas nossas vidas.
De que forma é que o Estado, nós todos, podíamos ajudar os pais a ter uma vida mais fácil?
A maneira como uma sociedade trata as crianças (e os seus cuidadores) diz bem do grau de civilização dessa sociedade. E por muita UE que sejamos e modelo nórdico que ambicionemos (nos discursos), estamos a milhas desses horizontes e não se vê vontade política, nem sequer para debater o assunto. E não é com cheques-bebés e outras coisas no género, ou a beijar criancinhas em campanha eleitoral. É com medidas que apoiem a maternidade e a paternidade (como algumas das tomadas quando do nascimento) e com a intolerância perante abusos cometidos pelos empregadores. Por outro lado, o Estado não se deve substituir às pessoas e os pais, que têm de ter coragem para aproveitar a Lei sem reservas. Infelizmente, muitos pais não querem ter a 'maçada' de estar com os filhos.
Tenho ouvido pediatras e psicó-logos dizer que a tolerância dos pais à dor e à frustração dos filhos é excessivamente baixa. Sente que é assim?
Quando os pais não são capazes de ser pais, só causam insegurança. A vida faz-se de coisas boas e outras menos boas, que valorizam as boas.
O que acontece quando não somos capazes de os frustrar?
A baixa tolerância à frustração é um passo para criar pessoas narcísicas, birrentas, omnipotentes, numa palavra, detestáveis e que são um autêntico cancro social e relacional. Não se pode ter 'tudo já', nem sequer 'tudo'. É bom que os pais ensinem a frustração e como ter planos B que a menorizem, caso contrário teremos crises sucessivas de ganância de humanos que se acham deuses e podem ter tudo o que querem, só por terem um cartãozinho de crédito.
Imagine-se num parque infantil. Uma frase: 'Não consigo fazer nada dele', enquanto o menino arranca o balde da mão de outra criança, ou dá pontapés na própria mãe...
O menino arranca o balde, devolve o balde e pede desculpa. O menino dá um pontapé na mãe e vai de castigo. Tão simples como isso. Tudo o resto é fantasia de pessoas mal resolvidas e com medo da censura social. Quando uma criança faz uma birra em público, quem fica mal vista é ela, ou os pais que nada fizerem. Os pais que actuam como deve ser só ficam bem no retrato.
Ainda outro comentário: «O meu filho foi fazer testes para ver se 'entra' no jardim-de-infância» (desta ou daquela escola, normalmente bem cotada). Como sente uma criança este exame de admissão, sobretudo se não entrar? Começa a vida já como um falhado?
Testes para o jardim-de-infância? Mas estará tudo doido? Nem comento, mas gente parva sempre houve, não é necessariamente de agora, e esses testes têm a ver, muitas vezes, com começarem-se a formar «cavalos de corrida» para ocuparem no futuro lugares de relevo. Muitas escolas particulares são 'braços armados' de estratégias de grupos económicos, religiosos e outros. Bem-haja a escola pública!
A outra frase que vai ouvir de certeza é «o meu filho é alérgico». Há mais alergias de facto, são mais diagnosticados, ou é quase um rótulo que justifica os medos dos pais perante o desconhecido?
Há mais alergias e reacções similares, decorrentes da degradação ambiental que não vemos, mas que existe… e que o nosso corpo sente. Não tem a ver com a alimentação, exclusivamente, até porque nunca circularam produtos de tão boa qualidade no espaço europeu, mas sim com a poluição, os escapes automóveis, a retenção dos pólenes nas cidades por acção da poluição e do calor urbano, etc. O ambiente mudou, mas o nosso organismo é o mesmo de há milhares de anos e não se adapta geneticamente de um dia para o outro.
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Ingredientes para uma criança feliz
1 - Amor - Dar e receber, mas de forma explícita, não apenas intencional ou conceptual. Conselho: habituem--se a pedir aos vossos filhos para dizerem duas coisas que correram bem nesse dia e duas que correram menos bem. Falem sobre elas.
2 - Educação - Regras, firmeza afectiva, limites, instrução, cultura. Conselho: Não pensem que os meninos mal-educados que vêem foram atingidos por um qualquer raio cósmico. São o resultado de anos e anos de 'má-educação'.
3 - Lazer, desporto, actividades artísticas, espaços amplos de liberdade. Não esquecer que os pais são os modelos principais para as crianças. Se fica no sofá, não se admire...
4 - Debate de ideias, ética, noções filosóficas desde muito cedo, capacidade de argumentação, coerência e consistência na defesa daquilo em que se acredita.
5 - Ler, ouvir música, escrever, fantasiar, criar, amar. Diferente de estar sempre a impor actividades...
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Bibliografia do Dr. Mário Cordeiro AQUI

Até já,

18.4.13

A Cutxie Cutxie

A Rita é, de todas as minhas amigas, a mais criativa! 


Tem tanta ideia na cabeça que às vezes até era preciso mais horas durante o dia para conseguir colocar no papel tudo o que se passa naquela cabecinha! Basicamente é um bichinho carpinteiro.


Qualquer material serve para iniciar uma nova ideia.


Tem uma pequena princesa L. que é um doce de menina (igual à sua mãe) e a inspiração para as criações da sua querida mamã.


A  CutxieCutxie esteve, durante muito tempo, guardada no seu coração e, como disse acima, nasceu quando a Rita soube que estava grávida da sua pequenota.


Cada bebé, criança e mamã são únicos e a Rita faz peças únicas ou em pouca quantidade de cada padrão de tecido, para não haver peças iguais, não é fantástico?


Como ela própria diz, 'em cada peça criada, misturada e costurada, está impresso o amor, o carinho e a alegria com o qual me revejo nesta vida'.


Abaixo algumas das coisinhas mais fofas da Cutxie Cutxie. 


Aviso já que o Fofo Marinheiro é do meu M. :)


Conjunto Marinheiro






Almofada Amamentação




Chapéu Pétalas


Saia-Calção


Saia-Calção








Touca Quadradinhos


Touca Rosas




Para mais informações: geral.cutxiecutxie@gmail.com


O BLOG: cutxiecutxie.blogspot.com


A PÁGINA: www.facebook.com/cutxiecutxie.handmade


A LOJA: alojacutxiecutxie.blogspot.pt


Até já,

15.4.13

Surpresas Doces

É importante o casal continuar a mimar-se com o passar dos anos. 
As pequenas surpresas, lembranças, fazer com que as coisas tenham o mesmo cheiro que tinham naquele dia em que nos conhecemos!


Hoje o A. foi à sua terra natal e, como teve de acordar muito cedinho, pensei em preparar-lhe uma surpresa para quando ele chegar.


Sempre fizemos surpresas muito simples um ao outro, onde o dinheiro que se gasta não é importante. Para mim, o mais importante é arrancar-lhe um sorriso!


Para tal, utilizei a minha nova melhor amiga na cozinha (falarei dela mais à frente) para fazer esta surpresa!


E que fiz eu?Este maravilhoso bolo de chocolate toblerone e laranja, dois dos ingredientes que o A. mais gosta de juntar!


Modéstia à parte, está muito bonito e tem um cheirinho maravilhoso! O sabor? Digo-vos depois!! 




Até já,



12.4.13

Os genes são tramados!


Com quem é que o M. é parecido?





Os traços físicos, como a cor dos olhos ou o tipo de cabelo, são transmitidos de pais para filhos através dos genes. Na personalidade influem a educação e o meio envolvente.É impossível prever se o bebé que vem a caminho vai herdar a inteligência da mãe ou as covinhas do rosto do pai. E mesmo que os seus traços físicos e a sua personalidade provenham tanto de um como do outro. Mas quando o óvulo e o espermatozoide se encontram, entram em jogo nada menos do que 30.000 genes de cada um dos progenitores agrupados em 46 cromossomas e o número de combinações que podem verificar-se é infinito.


Unicamente por esta razão cada ser humano é genuinamente (ou melhor dizendo) único. Os gémeos monozigóticos (concebidos num único óvulo), com o seu património genético idêntico, constituem a única excepção à regra. Os dizigóticos (de dois óvulos), podem parecer-se tanto ou tão pouco como quaisquer irmãos entre si. É impossível conceber dois filhos iguais, porém, por vezes, entre dois membros da família há uma parecença tão grande que se diz que são como duas gotas de água.


A razão é que alguns traços físicos são mais fortes do que outros. Se um dos pais possui o gene dos olhos castanhos, com uma pigmentação muito forte, e o outro o gene dos olhos azuis puros, sem pigmentação, é mais que provável que o bebé herde os olhos castanhos, porque este traço é dominante. Ao contrário, se a diferença de cor não é muito marcada e radica em tonalidades, o prognóstico é muito mais complexo. Existem tantas probabilidades de que o bebé tenha os olhos azuis, como verdes ou pretos, e os genes dos avós também podem intervir. Alguns traços físicos saltam uma ou várias gerações para logo reaparecem.


Características que podem prevalecer


O cabelo encaracolado costuma prevalecer sobre o liso e o forte sobre o fino. O cabelo de cor negra impõe-se, com frequência, ao castanho e ao loiro e o loiro sobre o ruivo. Os rostos largos e ovalados tendem a prevalecer sobre as redondos e pequenos. Os pómulos muito pronunciados e covinhas da cara, também costumam prevalecer. Os lábios volumosos triunfam perante os finos e o nariz recto perde perante o curvo.


Relativamente ao cabelo, as leis genéticas tendem a ser traidoras: existe 50% de probabilidades de transmitir a calvície aos filhos homens e o excesso de penugem corporal impõe-se à ausência de pêlo, inclusive (que horror) entre as mulheres. Os genes que dão lugar a uma pigmentação de pele escura ou morena também prevalecem, indiscutivelmente, sobre os mais claros.


Ainda que conhecendo estas leis da genética, nem sempre é possível assegurar que o bebé em questão vá herdar os olhos negros do seu pai, porque existem muitas excepções. Cada detalhe do corpo, por insignificante que seja, tem o seu gene. A criança pode repetir o mesmo perfil e o tamanho do nariz do seu pai e possuir a ponta e as asas do nariz idênticas às da sua mãe. Ou a forma dos olhos e as pálpebras da mãe e a cor do pai.


A herança, a educação e o ambiente


Para além disso, há uma série de características físicas que não dependem exclusivamente dos genes: a estatura obedece, em grande medida, à altura dos pais, mas também pode ser determinada por uma doença que não se detectou. Sobre o peso influi não só a herança mas também a forma de comer.


Para o facto da criança ter um bom porte (uma boa postura), contribuíram tanto os genes como a postura que manteve no ventre da mãe durante o período fetal e, inclusive, a forma como os seus pais a deitavam no berço. Ao contrário, hoje em dia as teorias genéticas adquiriram um peso importante. Umas das suas defensoras, Judith Rich Harris (surpreendentemente, psicóloga), atreve-se a dizer que os pais apenas devem preocupar-se em viver com os filhos num bairro agradável, escolher bons colégios e verificar se as crianças se integram plenamente no meio e no grupo de amigos da sua idade. O resto, a seu ver, ficará a cargo da herança genética.


Os estudos efectuados a este respeito não ajudam muito a esclarecer as coisas. Investigadores que observaram o comportamento dos gémeos e crianças adoptadas, concluíram que os gémeos monozigóticos se parecem um com o outro ainda que tenham vivido em famílias diferentes.


As crianças adoptadas manifestam mais semelhanças com o carácter dos seus pais biológicos, que nunca viram, que com o dos seus pais adoptivos. Outros estudos, pelo contrário, confirmam a influência dos progenitores, dos companheiros e de certas experiências no desenvolvimento das crianças.


in http://www.fotosantesedepois.com

Até já,

10.4.13

Nós, Mulheres: Queremos Perfeição ou Estabilidade e Harmonia?

É um facto: vivemos constantemente pressionados para sermos os melhores pais, os mais perfeitos, com o melhor aspecto, com tempo para a família e ainda para uma vida social, para estarmos sempre com boa aparência e a gritar o último trapinho da moda. Que magníficos que somos!


Depois, o que acontece é que nada como esperamos, tropeçamos em todas as magnitudes que queremos para a nossa vida, começamos a cair e não encontramos o raio de uma corda para nos segurarmos e, o pior, não existe nenhuma rede la em baixo para amparar a queda.
E escusam de dizer que não são assim, porque queremos sempre ser os melhores e queremos sempre roçar a perfeição!


NEWSFLASH! Esta ambição esmaga-nos e causa frustração. Acabamos por não nos entregarmos ao que realmente importa, a não sabermos amar convenientemente os nossos filhos, parceiro/a, restante família e amigos e acabamos por viver num mundo de ilusão, onde não somos felizes.






Vamos, então, tentar  fazer um exercício (eu incluída), de libertação:


1) Nós, pais, temos direito a falhar nesta profissão. É importante assumir os erros, sem nos culparmos de tal e remediando as coisas se necessário.


2) Nós, mulheres, temos de arranjar tempo para nós enquanto tal: Um jantar com o marido, uma ida ao cabeleireiro, compras, uma saída com amigas, largar as roupas, agarrar num livro do nosso interesse e devorá-lo.


3) Nós, donas de casa, não precisamos de ter a casa num brinco! Se não puderem ter uma empregada para vos ajudar nas tarefas, peçam ajuda à mãe, irmãs, sogra! É natural não ter tempo para a casa e não temos de ser super mulheres!


4) Nós, companheiras, temos de nos lembrar das nossas caras-metades. Temos filhos, mas não podemos perder a chama de casal, de amor (Obrigada pela dica J.A.)


5) Nós, amigas, não nos podemos afastar dos nossos amigos de sempre. Precisaremos para sempre deles, mesmo que as vidas tenham seguido rumos diferentes!





Até já,





4.4.13

Alisamentos e tipos de Escovas!

Mimos à mãe parte 2!

Como já tinha dito há uns dias atrás, comprei uns vouchers com desconto para tratar de mim!

Pronto... entrei para fazer um alisamento marroquino e saí de lá com um alisamento indiano! A diferença? É mais indicada para o meu tipo de cabelo: volumoso e rebelde!


Escova Marroquina


É uma forma de alisamento que tem se popularizado nos salões de beleza, isso porque é menos agressiva nos cabelos quando comparada com a Escova Progressiva, por exemplo. Para que o efeito alisante aconteça, o segredo da fórmula utilizada está na combinação de 0,2% de formol e queratina. O produto da escova marroquina ainda apresenta óleo de cacau e argila branca.O alisamento marroquino dura em média de 3 meses, mantendo os fios brilhantes e sedosos ao longo deste período. Quanto mais danificado por química o cabelo estiver antes de se realizar a escova, melhores serão os resultados. O liso resultante se assemelha ao natural devido a qualidade do produto


Escova Indiana


A escova indiana usa as especiarias do Oriente, deixam os fios lisos e com volume zero!A escova indiana traz a possibilidade de ter cabelos tratados naturalmente sem a utilização de químicos.São 15 especiarias do Oriente, como extrato de sândalo, amêndoas doces e cravo-da-índia, misturadas a um aminoácido que retém umidade, chamado PCA sódico!resultado são cabelos lisos com movimento, sem agressão aos fios, já que a escova indiana não tem formol. Por isso, permite que se quiser pintar o cabelo na sequência, lavar os cabelos.


O resultado hoje... quando lavar o cabelo vou secar de cabeça para baixo!





Até já,

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