13.5.13

Dica #4 da mamã - Infecções urinárias na gravidez


Infelizmente, a infeção urinária é comum durante a gravidez e o sistema urinário alterado pode estar altamente relacionado com esta condição (lembro-me do meu Obstetra Dr. Fernando Cirurgião, estar sempre muito em cima deste assunto).


Os principais sintomas são os mesmo de quando não estamos grávidas: dor, ardor ou sensação de precisarmos de fazer xixi constantemente ou de esvaziamento incompleto da bexiga, sangue na urina, dor abdominal. Pode estar ou não acompanhada de febre.





Caso tenha algum destes sintomas avisem logo o vosso médico obstetra! Uma infeção urinária pode estar associada a partos prematuros ou infeções no recém nascido, se não for tratada devidamente, sim?


Certamente que os vossos médicos obstetras vão passar-vos estas análises, mas passo a informação de que é importante a realização do exame urinário de rotina durante o pré-natal, uma vez que mesmo que não tenha qualquer sintoma, podem existir bactérias na urina. 


Nestes casos, as grávidas também devem ser tratadas com antibióticos.O tratamento é feito com antibiótico. Em casos mais graves, em que a infeção já atinja os rins, pode ser necessário internamento para receber medicação intravenosa.


Para prevenir a infeção urinária ou evitar uma recaída é importante beber MUITA água e esvaziar a bexiga frequentemente.


Até já


10.5.13

Recém-Nascido » Transporte em automóveis


As crianças são seres humanos delicados, que confiam em nós para que cuidemos delas com toda a segurança. E nós adultos, será que correspondemos a essa confiança? Até que ponto é que as protegemos devidamente quando as transportamos de carro? 


Os acidentes rodoviários são a principal causa de morte e incapacidade temporária ou definitiva em crianças e jovens, em Portugal. A criança deve ser sempre transportada no automóvel com um sistema de retenção (cadeiras) adequado ao peso e à idade da criança.A primeira viagem do recém-nascido em automóvel deve ser segura, motivo pelo qual é fundamental sair da maternidade já numa cadeira apropriada. 




TRANSPORTE DO RECÉM-NASCIDO 


Existem 2 grupos de cadeiras que podem ser usados desde o nascimento. 


1- No primeiro grupo incluem-se:
  • a - Cadeiras 0 - Até aos 10 kg (0 aos 9 meses) 
  • b - Cadeiras 0+ - Até aos 13 kg (0 -18 meses). 
  • c - Alcofas – até 10 kg 
2- No Segundo grupo incluem-se:
  • a - Cadeiras Grupo 0/ I e 0+/I – Dos 0 meses aos 4 anos (somente as que possam ser colocadas voltadas para a retaguarda) 


Cadeira Grupo 0 e 0+


Entre a cadeira 0 e 0+ aconselhamos vivamente a compra do grupo 0+ pois irá transportar o seu filho em melhores condições até mais idade. 


É a cadeira indicada para o transporte do bebé desde o nascimento até cerca dos 15-18 meses. Esta cadeira só pode ser colocada voltada para a retaguarda (Sentido inverso ao da marcha do veículo). Deverá ser colocada no banco traseiro ou eventualmente no banco da frente (nunca colocar neste banco se o seu automóvel tiver airbag activo). Quando andar no banco da frente devem chegá-lo o mais atrás possível, ficando assim a cadeira mais afastada 
do tablier do automóvel. Se a cadeira vai colocada no banco de trás, então devemos puxar o banco do passageiro o mais à frente possível.


No dia a dia da cidade a cadeira deverá andar no lugar atrás do banco do passageiro para permitir colocar e retirar a cadeira do lado do passeio.  A criança deve andar nesta cadeira até o mais tarde possível. O momento de mudar de cadeira  surge quando o topo da cabeça do bebé ultrapassa o topo do encosto da cadeira.



Cadeiras Grupo 0/ I e 0+/I


A maior parte das crianças fica grande de mais para a cadeira 0-13 kg antes de atingir os 13 kg, pelo que será necessário mudar para a cadeira 0 -18 kg voltada para trás.Até aos 18 meses, estas cadeiras devem ser instaladas voltadas para trás (como as cadeirinhas do grupo 0+) no banco da frente ou de trás e, posteriormente, colocadas de frente como os outros assentos, mas neste caso somente no banco de trás. 

Deve evitar utilizar estas cadeiras viradas para a frente. Nas cadeiras 0-18 kg, a criança já viaja completamente sentada, pelo que estas apesar de referidas como possíveis de transportar a criança desde o nascimento, não são adequadas para bebés com menos de 6 a 9 meses.


 A criança deve viajar voltada para trás até quando?


O bebé tem o pescoço muito frágil e a cabeça grande e pesada. Por isso, se a criança estiver voltada para a frente antes dos 18 meses, o seu pescoço pode ser puxado com demasiada força mesmo num acidente a baixa velocidade ou até numa travagem brusca, podendo resultar lesões graves da espinal-medula (paralisia ou mesmo a morte). Devemos manter esta posição até o mais tarde possível, idealmente no banco de trás e até aos 3 anos. 



TRANSPORTE DE RECÉM-NASCIDOS PREMATUROS 


A maioria dos sistemas de retenção homologados e existentes no mercado é desenhada a pensar nos recém-nascidos de termo e não está adaptada para o transporte de recém-nascidos prematuros (com menos de 37 semanas de gestação) ou mesmo abaixo de 2,5 kg. 


Para o recém-nascido ir bem “contido”, a distância entre o ponto de inserção dos cintos que passam nos ombros e o assento da cadeira não deve exceder 25 cm. A distância entre a inserção do cinto que passa entre as pernas e as costas da cadeira não deve ser superior a 13.7cm. Se não dispuser de uma cadeira com estas características, então proceda como iremos referir abaixo. 


Os bebés prematuros tem menor tónus e controlo cefálico que os bebés nascidos a termo. Durante uma colisão frontal ou pela retaguarda, travagens, e mesmo com o atrito normal da condução, a sua cabeça é mais facilmente projectada para a frente e lateralmente e daí resultar maior risco de lesão da coluna cervical. Por outro lado, quando sentados normalmente numa cadeirinha a 45º adquirirem uma posição mais flectida o que pode causar compromisso respiratório ou agravamento de refluxo gastro-esofágico. 


As unidades de cuidados intensivos deverão estar equipadas com cadeiras de forma a garantir aos pais o ensino correcto da sua utilização. 


Até já,


9.5.13

As crianças são adoráveis!!!!!

Este é o Kai, um menino de 4 anos que é um amor! 




Já foi duas vezes ao Ellen Show e consegue sempre que a plateia se derreta!






Nível de 'É que não se aguenta de tão fofo': 10


E nós, mega babadas, também fazemos tantos vídeos dos nossos filhos!


Querem partilhar algum?


Um beijinho 

Nós os 3!!!

Hoje apetece-me colocar uma foto de família!




Até já,

8.5.13

Felicidade dos bebés

No seguimento da conferência sobre 'Os bebés e a felicidade', que correm entre ontem e hoje na Fundação Calouste Gulbenkian, lembrei-me de fazer um post sobre a felicidade dos bebés, questão que muito atormenta os pais que desejam ver um filho feliz.




NOTA: Retirei este artigo da algarveprimeiro.com

'Por norma os pais preocupam-se muito com esta questão e, para que tenham a certeza de que o seu bebé é feliz, tentam oferecer-lhe tudo e mais alguma coisa, entre brinquedos, actividades, sons, e outros meios sem que obtenham uma resposta capaz de esclarecer até que ponto esses recursos estão a funcionar. 

O que vamos apresentar pode e deve suportar não só os primeiros dias, meses e anos de vida como o processo de desenvolvimento que se quer saudável e equilibrado. 

Desde já, adiantamos que, muitos pais andam “enganados” relativamente à felicidade dos filhos e, sobretudo perante aquilo que lhes faz bem. Os especialistas em desenvolvimento infantil que estudam esta questão afirmam que a felicidade não é algo que se possa oferecer a uma criança como um presente bem embrulhado. 

Efectivamente, diz Edward Hallowell, psiquiatra e autor de The Childhood Roots of Adult Happiness, as crianças excessivamente mimadas – quer sejam inundadas com brinquedos ou protegidas de qualquer desconforto emocional – serão mais provavelmente adolescentes entediados, cínicos e sem alegria. 

De acordo com o mesmo investigador, "Os melhores factores de previsão da felicidade são interiores, não exteriores". 

Hallowell reforça ainda que, a importância de ajudar as crianças a desenvolverem um conjunto de ferramentas interiores com que possam contar ao longo de toda a vida, é a base essencial para a felicidade que vão encontrar durante o seu percurso e, esse alicerce resulta da relação entre pais e filhos, não de factores exteriores por si só. 

A boa notícia é que não tem de ser especialista em psicologia infantil para transmitir a força interior e a sabedoria necessárias para lidar com os altos e baixos da vida. Com paciência e flexibilidade, qualquer pai ou mãe pode criar as bases da felicidade que vão apoiar os seus filhos no futuro. 

Aprenda a interpretar os sinais: 

À medida em que vai amadurecendo de recém-nascido até se tornar um bebé mais interactivo, por volta dos 6 meses, a criança vai também passando a dominar as formas de lhe mostrar quando alguma coisa a satisfaz ou a incomoda. 

A cara ilumina-se com um sorriso de derreter qualquer um quando a mãe entra na sala ou desata a chorar quando alguém lhe tira o brinquedo favorito. E é provável que já tenha reparado que passa do choro ao riso antes que lhe consiga pôr uma chupeta na boca. 

Esta mudança súbita é o resultado da sua imaturidade e vai decorrer até que o seu cérebro tenha capacidade para lidar com as diferentes emoções. 

Tendo por base os apontamentos de Lise Eliot, neurocientista pediátrica e autora de What's Going On in There? How the Brain and Mind Develop in the First Five Years of Life, os bebés são tão inconstantes nas suas emoções porque o seu córtex cerebral, que controla as respostas automáticas, ainda mal começou a funcionar. 

À medida em que o córtex cerebral se vai desenvolvendo ao longo dos anos, a criança começará a controlar melhor o seu comportamento e o humor. Não é por acaso que, reforçamos a importância da paciência e da flexibilidade que são essenciais para uma educação e formação ajustadas. 

Um outro ponto a ter em consideração não requer muita sabedoria científica, mas sim a sensibilidade maternal ou paternal. Se uma criança passa grande parte do seu tempo a chorar, é porque os mais pequenos contactam primeiro com a ansiedade e a frustração do que com a felicidade, no entanto, podemos sempre tentar fazer algo, pois o choro não é um sinal positivo na maioria dos casos, muito menos quando se prolonga ao longo do dia e com intensidade. 

No fundo, o choro e as manifestações de desconforto surgem para que os pais façam algo, pelo que se pode entender como uma chamada de atenção. Nestes casos, o choro deve ser despistado para que se apure a causa. 

É neste tema que a confusão se instala, pois como saber detectar as expressões do bebé e o que se deve fazer? 

Na opinião dos especialistas, "Uma mãe sensibilizada consegue perceber a diferença entre os vários tipos de choro e de expressões faciais". 
Para facilitar a tarefa, suportamo-nos da posição dos mesmos entendidos que afirmam que, as sobrancelhas, a boca e as vocalizações são os sistemas de sinalização do bebé. 

Por exemplo, quando um bebé chora por se sentir incomodado fisicamente, os cantos da boca ficam virados para baixo e as sobrancelhas arqueiam ao centro. 

Quando está zangado, o bebé fica com a cara vermelha, vira as sobrancelhas para baixo, cerra os maxilares e emite como que um rugido. 

A maioria dos pais reconhece que um bebé medroso e que fique facilmente incomodado não é uma companhia agradável, mas Holinger afirma que muitos pais não reconhecem que a fúria é simplesmente uma perturbação em excesso, ou seja algo no meio que está a prejudicar o bebé e não um sentimento natural. 

Como situações que provocam mau-estar ao bebé destaca-se a luz intensa, o frio ou o calor ou um ruído muito elevado. Nestes casos sente-se facilmente a perturbação do mais pequeno que pode pronunciar-se de diversas formas como que em jeito de alerta para que seja retirado da situação. 

Se esse ruído ou luz continuarem a aumentar, este sentimento transformar-se-à em fúria. 

Depois existem os sinais mais comuns de incómodo que, são aqueles a que os pais tentam responder quase que instintivamente: a fralda suja, a fome ou a falta de afecto que fazem com que o bebé esteja infeliz e profundamente inquieto. 

No mesmo enquadramento, um bebé que sorri com facilidade, que manifesta bem-estar aos estímulos que lhe são apresentados, está confortável e feliz, o que não quer dizer que, de um momento para o outro a situação não conheça alterações, mas efectivamente um bebé é feliz quando a maioria do seu tempo é passada em relaxamento, a responder aos estímulos do meio, ás atenções dos pais e desperto para aprender mais acerca do mundo que o rodeia. 

Com o passar dos meses aumentam as descobertas e também a capacidade dos pais compreenderem melhor aquilo que faz bem ao seu bebé, pois cada vez mais a expressividade será um reflexo do que se passa no seu interior. 

É de salientar que, já se verificou que, a maioria das sensações positivas do bebé provém de dentro de si e não ao contrário e, este processo vai manter-se ao longo do seu desenvolvimento, pois dá muito mais felicidade ao ser humano o afecto, a atenção, a compreensão, o elogio e o incentivo do que a maioria dos presentes que lhe oferecemos, o que não quer dizer que não sejam importantes os brinquedos, as recompensas materiais, mas antes de tudo, é essencial que os pais tenham consciência de que, o acto de educar com compreensão, amor, flexibilidade e muita paciência, é o requisito mais elementar para a felicidade e aquele que vai acompanhar o sujeito ao longo do seu percurso. 

Não será por acaso que, a maioria dos bebés que não desfruta de dezenas ou centenas de brinquedos, mas que tem pais presentes e que brincam com ele e o preparam para a vida, é muito mais estável, feliz e reconhecido que aquele que, desde cedo tem de substituir os pais pelos brinquedos. 

Nunca é demais recordar que, gritar para o bebé é o mesmo que autorizar que ele o faça e que, à medida em que um grita mais, o outro manterá um registo alto. 

Ao mesmo tempo, esse tipo de ruído incomoda não só os pais como também o bebé, sendo que, manter um tom de voz baixo facilita muito a relação e a convivência dentro de casa, é tudo uma questão de princípio que pode ajudar a melhorar a felicidade de toda a família! 

Nota: Para mais informações acerca deste tema tão complexo, não deixe de consultar o profissional de saúde que faz o acompanhamento do bebé.'


Até já,

5.5.13

Dia da Mãe

Meu filho, porque sem ti não havia Dia da Mãe***


Amo-te muito!



Feliz Dia das mães para a minha mãezinha, também :)




Feliz Dia da Mãe para todas vós que nos acompanham com todo o carinho*

4.5.13

Man Repeller!



Pois que, apesar de este ser um blog sobre maternidade, também é sobre mulheres e homens!

Desde sempre que qualquer um de nós tem coisas que pode odiar no sexo oposto: mãos suadas, transpiração, aquelas coisas brancas no canto da boca... o casaco errado.

Pois que comigo há uma coisa muito simples que me faz repelar sem hesitar: os sapatos. É que até pode ser lindo de morrer e ter uma carteira recheada, mas se estiver mal calçado... ui!

Contudo, meninas, também existe o contrário. Nós também utilizamos algumas coisas nos pés que achamos o último gritinho da moda e que aparece nos mais badalados blogs de moda deste país e eles acham tudo perfeitamente assustador! A diferença é que eles apenas gozam por trás... não são capazes de nos dizer nada.

E que sapatos são esses?


Crocs


Ora bem... e eu concordo bastante com isto: Se não forem crianças, enfermeiras, médicas ou padeiras, porque raio utilizarão este calçado terrível? Os pés ficam feios, nada femininos e sério... até na praia umas havaianas ficam melhor!



O que eles pensam: Esta senhora não tem cuidado nenhum com a sua apresentação!






Uggs

São simplesmente das piores coisinhas que inventaram. "Ah, mas os pés ficam quentinhos". Oh meu Deus... a sério? É essa a vossa 'desculpa' para utilizarem estas botas? Reparem que... são botas com pele de carneira por dentro que compram por mais de uma centena de euros, ao fim de 1 mês estão todas deformadas e não existe uma peça de roupa que consiga conjugar com as ditas.


O que eles pensam: Esta senhora veio de pantufas para a rua!



Creepers


Não consigo entender... são horríveis!


O que eles pensam: WTF?!





Litas


É mesmo preciso dar razões? Ficam terríveis nos pés, fazem o pé parecer 10 vezes maior e uma barca. Pior do que as verdadeiras, só mesmo as imitações.

O que eles pensam: Coitadinha, tem de usar sapatinhos ortopédicos!




Mas há mais... eu é que não me lembro!


Eu sei que muitas de vós adoram estes modelos e até compraram para usar! É apenas a minha opinião :)


Até já,



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