13.5.13
Dica #4 da mamã - Infecções urinárias na gravidez
10.5.13
Recém-Nascido » Transporte em automóveis
As crianças são seres humanos delicados, que confiam em nós para que cuidemos delas com toda a segurança. E nós adultos, será que correspondemos a essa confiança? Até que ponto é que as protegemos devidamente quando as transportamos de carro?
Os acidentes rodoviários são a principal causa de morte e incapacidade temporária ou definitiva em crianças e jovens, em Portugal. A criança deve ser sempre transportada no automóvel com um sistema de retenção (cadeiras) adequado ao peso e à idade da criança.A primeira viagem do recém-nascido em automóvel deve ser segura, motivo pelo qual é fundamental sair da maternidade já numa cadeira apropriada.
TRANSPORTE DO RECÉM-NASCIDO
Existem 2 grupos de cadeiras que podem ser usados desde o nascimento.
1- No primeiro grupo incluem-se:
- a - Cadeiras 0 - Até aos 10 kg (0 aos 9 meses)
- b - Cadeiras 0+ - Até aos 13 kg (0 -18 meses).
- c - Alcofas – até 10 kg
2- No Segundo grupo incluem-se:
- a - Cadeiras Grupo 0/ I e 0+/I – Dos 0 meses aos 4 anos (somente as que possam ser colocadas voltadas para a retaguarda)
Cadeira Grupo 0 e 0+
Entre a cadeira 0 e 0+ aconselhamos vivamente a compra do grupo 0+ pois irá transportar o seu filho em melhores condições até mais idade.
É a cadeira indicada para o transporte do bebé desde o nascimento até cerca dos 15-18 meses. Esta cadeira só pode ser colocada voltada para a retaguarda (Sentido inverso ao da marcha do veículo). Deverá ser colocada no banco traseiro ou eventualmente no banco da frente (nunca colocar neste banco se o seu automóvel tiver airbag activo). Quando andar no banco da frente devem chegá-lo o mais atrás possível, ficando assim a cadeira mais afastada do tablier do automóvel. Se a cadeira vai colocada no banco de trás, então devemos puxar o banco do passageiro o mais à frente possível.
No dia a dia da cidade a cadeira deverá andar no lugar atrás do banco do passageiro para permitir colocar e retirar a cadeira do lado do passeio. A criança deve andar nesta cadeira até o mais tarde possível. O momento de mudar de cadeira surge quando o topo da cabeça do bebé ultrapassa o topo do encosto da cadeira.
Cadeiras Grupo 0/ I e 0+/I
A maior parte das crianças fica grande de mais para a cadeira 0-13 kg antes de atingir os 13 kg, pelo que será necessário mudar para a cadeira 0 -18 kg voltada para trás.Até aos 18 meses, estas cadeiras devem ser instaladas voltadas para trás (como as cadeirinhas do grupo 0+) no banco da frente ou de trás e, posteriormente, colocadas de frente como os outros assentos, mas neste caso somente no banco de trás.
Deve evitar utilizar estas cadeiras viradas para a frente. Nas cadeiras 0-18 kg, a criança já viaja completamente sentada, pelo que estas apesar de referidas como possíveis de transportar a criança desde o nascimento, não são adequadas para bebés com menos de 6 a 9 meses.
A criança deve viajar voltada para trás até quando?
O bebé tem o pescoço muito frágil e a cabeça grande e pesada. Por isso, se a criança estiver voltada para a frente antes dos 18 meses, o seu pescoço pode ser puxado com demasiada força mesmo num acidente a baixa velocidade ou até numa travagem brusca, podendo resultar lesões graves da espinal-medula (paralisia ou mesmo a morte). Devemos manter esta posição até o mais tarde possível, idealmente no banco de trás e até aos 3 anos.
TRANSPORTE DE RECÉM-NASCIDOS PREMATUROS
A maioria dos sistemas de retenção homologados e existentes no mercado é desenhada a pensar nos recém-nascidos de termo e não está adaptada para o transporte de recém-nascidos prematuros (com menos de 37 semanas de gestação) ou mesmo abaixo de 2,5 kg.
Para o recém-nascido ir bem “contido”, a distância entre o ponto de inserção dos cintos que passam nos ombros e o assento da cadeira não deve exceder 25 cm. A distância entre a inserção do cinto que passa entre as pernas e as costas da cadeira não deve ser superior a 13.7cm. Se não dispuser de uma cadeira com estas características, então proceda como iremos referir abaixo.
Os bebés prematuros tem menor tónus e controlo cefálico que os bebés nascidos a termo. Durante uma colisão frontal ou pela retaguarda, travagens, e mesmo com o atrito normal da condução, a sua cabeça é mais facilmente projectada para a frente e lateralmente e daí resultar maior risco de lesão da coluna cervical. Por outro lado, quando sentados normalmente numa cadeirinha a 45º adquirirem uma posição mais flectida o que pode causar compromisso respiratório ou agravamento de refluxo gastro-esofágico.
As unidades de cuidados intensivos deverão estar equipadas com cadeiras de forma a garantir aos pais o ensino correcto da sua utilização.
Até já,
9.5.13
As crianças são adoráveis!!!!!
Este é o Kai, um menino de 4 anos que é um amor!
Já foi duas vezes ao Ellen Show e consegue sempre que a plateia se derreta!
Nível de 'É que não se aguenta de tão fofo': 10
E nós, mega babadas, também fazemos tantos vídeos dos nossos filhos!
Querem partilhar algum?
Um beijinho
8.5.13
Felicidade dos bebés
No seguimento da conferência sobre 'Os bebés e a felicidade', que correm entre ontem e hoje na Fundação Calouste Gulbenkian, lembrei-me de fazer um post sobre a felicidade dos bebés, questão que muito atormenta os pais que desejam ver um filho feliz.
NOTA: Retirei este artigo da algarveprimeiro.com
'Por norma os pais preocupam-se muito com esta questão e, para que tenham a certeza de que o seu bebé é feliz, tentam oferecer-lhe tudo e mais alguma coisa, entre brinquedos, actividades, sons, e outros meios sem que obtenham uma resposta capaz de esclarecer até que ponto esses recursos estão a funcionar.
O que vamos apresentar pode e deve suportar não só os primeiros dias, meses e anos de vida como o processo de desenvolvimento que se quer saudável e equilibrado.
Desde já, adiantamos que, muitos pais andam “enganados” relativamente à felicidade dos filhos e, sobretudo perante aquilo que lhes faz bem. Os especialistas em desenvolvimento infantil que estudam esta questão afirmam que a felicidade não é algo que se possa oferecer a uma criança como um presente bem embrulhado.
Efectivamente, diz Edward Hallowell, psiquiatra e autor de The Childhood Roots of Adult Happiness, as crianças excessivamente mimadas – quer sejam inundadas com brinquedos ou protegidas de qualquer desconforto emocional – serão mais provavelmente adolescentes entediados, cínicos e sem alegria.
De acordo com o mesmo investigador, "Os melhores factores de previsão da felicidade são interiores, não exteriores".
Hallowell reforça ainda que, a importância de ajudar as crianças a desenvolverem um conjunto de ferramentas interiores com que possam contar ao longo de toda a vida, é a base essencial para a felicidade que vão encontrar durante o seu percurso e, esse alicerce resulta da relação entre pais e filhos, não de factores exteriores por si só.
A boa notícia é que não tem de ser especialista em psicologia infantil para transmitir a força interior e a sabedoria necessárias para lidar com os altos e baixos da vida. Com paciência e flexibilidade, qualquer pai ou mãe pode criar as bases da felicidade que vão apoiar os seus filhos no futuro.
Aprenda a interpretar os sinais:
À medida em que vai amadurecendo de recém-nascido até se tornar um bebé mais interactivo, por volta dos 6 meses, a criança vai também passando a dominar as formas de lhe mostrar quando alguma coisa a satisfaz ou a incomoda.
A cara ilumina-se com um sorriso de derreter qualquer um quando a mãe entra na sala ou desata a chorar quando alguém lhe tira o brinquedo favorito. E é provável que já tenha reparado que passa do choro ao riso antes que lhe consiga pôr uma chupeta na boca.
Esta mudança súbita é o resultado da sua imaturidade e vai decorrer até que o seu cérebro tenha capacidade para lidar com as diferentes emoções.
Tendo por base os apontamentos de Lise Eliot, neurocientista pediátrica e autora de What's Going On in There? How the Brain and Mind Develop in the First Five Years of Life, os bebés são tão inconstantes nas suas emoções porque o seu córtex cerebral, que controla as respostas automáticas, ainda mal começou a funcionar.
À medida em que o córtex cerebral se vai desenvolvendo ao longo dos anos, a criança começará a controlar melhor o seu comportamento e o humor. Não é por acaso que, reforçamos a importância da paciência e da flexibilidade que são essenciais para uma educação e formação ajustadas.
Um outro ponto a ter em consideração não requer muita sabedoria científica, mas sim a sensibilidade maternal ou paternal. Se uma criança passa grande parte do seu tempo a chorar, é porque os mais pequenos contactam primeiro com a ansiedade e a frustração do que com a felicidade, no entanto, podemos sempre tentar fazer algo, pois o choro não é um sinal positivo na maioria dos casos, muito menos quando se prolonga ao longo do dia e com intensidade.
No fundo, o choro e as manifestações de desconforto surgem para que os pais façam algo, pelo que se pode entender como uma chamada de atenção. Nestes casos, o choro deve ser despistado para que se apure a causa.
É neste tema que a confusão se instala, pois como saber detectar as expressões do bebé e o que se deve fazer?
Na opinião dos especialistas, "Uma mãe sensibilizada consegue perceber a diferença entre os vários tipos de choro e de expressões faciais".
Para facilitar a tarefa, suportamo-nos da posição dos mesmos entendidos que afirmam que, as sobrancelhas, a boca e as vocalizações são os sistemas de sinalização do bebé.
Por exemplo, quando um bebé chora por se sentir incomodado fisicamente, os cantos da boca ficam virados para baixo e as sobrancelhas arqueiam ao centro.
Quando está zangado, o bebé fica com a cara vermelha, vira as sobrancelhas para baixo, cerra os maxilares e emite como que um rugido.
A maioria dos pais reconhece que um bebé medroso e que fique facilmente incomodado não é uma companhia agradável, mas Holinger afirma que muitos pais não reconhecem que a fúria é simplesmente uma perturbação em excesso, ou seja algo no meio que está a prejudicar o bebé e não um sentimento natural.
Como situações que provocam mau-estar ao bebé destaca-se a luz intensa, o frio ou o calor ou um ruído muito elevado. Nestes casos sente-se facilmente a perturbação do mais pequeno que pode pronunciar-se de diversas formas como que em jeito de alerta para que seja retirado da situação.
Se esse ruído ou luz continuarem a aumentar, este sentimento transformar-se-à em fúria.
Depois existem os sinais mais comuns de incómodo que, são aqueles a que os pais tentam responder quase que instintivamente: a fralda suja, a fome ou a falta de afecto que fazem com que o bebé esteja infeliz e profundamente inquieto.
No mesmo enquadramento, um bebé que sorri com facilidade, que manifesta bem-estar aos estímulos que lhe são apresentados, está confortável e feliz, o que não quer dizer que, de um momento para o outro a situação não conheça alterações, mas efectivamente um bebé é feliz quando a maioria do seu tempo é passada em relaxamento, a responder aos estímulos do meio, ás atenções dos pais e desperto para aprender mais acerca do mundo que o rodeia.
Com o passar dos meses aumentam as descobertas e também a capacidade dos pais compreenderem melhor aquilo que faz bem ao seu bebé, pois cada vez mais a expressividade será um reflexo do que se passa no seu interior.
É de salientar que, já se verificou que, a maioria das sensações positivas do bebé provém de dentro de si e não ao contrário e, este processo vai manter-se ao longo do seu desenvolvimento, pois dá muito mais felicidade ao ser humano o afecto, a atenção, a compreensão, o elogio e o incentivo do que a maioria dos presentes que lhe oferecemos, o que não quer dizer que não sejam importantes os brinquedos, as recompensas materiais, mas antes de tudo, é essencial que os pais tenham consciência de que, o acto de educar com compreensão, amor, flexibilidade e muita paciência, é o requisito mais elementar para a felicidade e aquele que vai acompanhar o sujeito ao longo do seu percurso.
Não será por acaso que, a maioria dos bebés que não desfruta de dezenas ou centenas de brinquedos, mas que tem pais presentes e que brincam com ele e o preparam para a vida, é muito mais estável, feliz e reconhecido que aquele que, desde cedo tem de substituir os pais pelos brinquedos.
Nunca é demais recordar que, gritar para o bebé é o mesmo que autorizar que ele o faça e que, à medida em que um grita mais, o outro manterá um registo alto.
Ao mesmo tempo, esse tipo de ruído incomoda não só os pais como também o bebé, sendo que, manter um tom de voz baixo facilita muito a relação e a convivência dentro de casa, é tudo uma questão de princípio que pode ajudar a melhorar a felicidade de toda a família!
Nota: Para mais informações acerca deste tema tão complexo, não deixe de consultar o profissional de saúde que faz o acompanhamento do bebé.'
Até já,
NOTA: Retirei este artigo da algarveprimeiro.com
'Por norma os pais preocupam-se muito com esta questão e, para que tenham a certeza de que o seu bebé é feliz, tentam oferecer-lhe tudo e mais alguma coisa, entre brinquedos, actividades, sons, e outros meios sem que obtenham uma resposta capaz de esclarecer até que ponto esses recursos estão a funcionar.
O que vamos apresentar pode e deve suportar não só os primeiros dias, meses e anos de vida como o processo de desenvolvimento que se quer saudável e equilibrado.
Desde já, adiantamos que, muitos pais andam “enganados” relativamente à felicidade dos filhos e, sobretudo perante aquilo que lhes faz bem. Os especialistas em desenvolvimento infantil que estudam esta questão afirmam que a felicidade não é algo que se possa oferecer a uma criança como um presente bem embrulhado.
Efectivamente, diz Edward Hallowell, psiquiatra e autor de The Childhood Roots of Adult Happiness, as crianças excessivamente mimadas – quer sejam inundadas com brinquedos ou protegidas de qualquer desconforto emocional – serão mais provavelmente adolescentes entediados, cínicos e sem alegria.
De acordo com o mesmo investigador, "Os melhores factores de previsão da felicidade são interiores, não exteriores".
Hallowell reforça ainda que, a importância de ajudar as crianças a desenvolverem um conjunto de ferramentas interiores com que possam contar ao longo de toda a vida, é a base essencial para a felicidade que vão encontrar durante o seu percurso e, esse alicerce resulta da relação entre pais e filhos, não de factores exteriores por si só.
A boa notícia é que não tem de ser especialista em psicologia infantil para transmitir a força interior e a sabedoria necessárias para lidar com os altos e baixos da vida. Com paciência e flexibilidade, qualquer pai ou mãe pode criar as bases da felicidade que vão apoiar os seus filhos no futuro.
Aprenda a interpretar os sinais:
À medida em que vai amadurecendo de recém-nascido até se tornar um bebé mais interactivo, por volta dos 6 meses, a criança vai também passando a dominar as formas de lhe mostrar quando alguma coisa a satisfaz ou a incomoda.
A cara ilumina-se com um sorriso de derreter qualquer um quando a mãe entra na sala ou desata a chorar quando alguém lhe tira o brinquedo favorito. E é provável que já tenha reparado que passa do choro ao riso antes que lhe consiga pôr uma chupeta na boca.
Esta mudança súbita é o resultado da sua imaturidade e vai decorrer até que o seu cérebro tenha capacidade para lidar com as diferentes emoções.
Tendo por base os apontamentos de Lise Eliot, neurocientista pediátrica e autora de What's Going On in There? How the Brain and Mind Develop in the First Five Years of Life, os bebés são tão inconstantes nas suas emoções porque o seu córtex cerebral, que controla as respostas automáticas, ainda mal começou a funcionar.
À medida em que o córtex cerebral se vai desenvolvendo ao longo dos anos, a criança começará a controlar melhor o seu comportamento e o humor. Não é por acaso que, reforçamos a importância da paciência e da flexibilidade que são essenciais para uma educação e formação ajustadas.
Um outro ponto a ter em consideração não requer muita sabedoria científica, mas sim a sensibilidade maternal ou paternal. Se uma criança passa grande parte do seu tempo a chorar, é porque os mais pequenos contactam primeiro com a ansiedade e a frustração do que com a felicidade, no entanto, podemos sempre tentar fazer algo, pois o choro não é um sinal positivo na maioria dos casos, muito menos quando se prolonga ao longo do dia e com intensidade.
No fundo, o choro e as manifestações de desconforto surgem para que os pais façam algo, pelo que se pode entender como uma chamada de atenção. Nestes casos, o choro deve ser despistado para que se apure a causa.
É neste tema que a confusão se instala, pois como saber detectar as expressões do bebé e o que se deve fazer?
Na opinião dos especialistas, "Uma mãe sensibilizada consegue perceber a diferença entre os vários tipos de choro e de expressões faciais".
Para facilitar a tarefa, suportamo-nos da posição dos mesmos entendidos que afirmam que, as sobrancelhas, a boca e as vocalizações são os sistemas de sinalização do bebé.
Por exemplo, quando um bebé chora por se sentir incomodado fisicamente, os cantos da boca ficam virados para baixo e as sobrancelhas arqueiam ao centro.
Quando está zangado, o bebé fica com a cara vermelha, vira as sobrancelhas para baixo, cerra os maxilares e emite como que um rugido.
A maioria dos pais reconhece que um bebé medroso e que fique facilmente incomodado não é uma companhia agradável, mas Holinger afirma que muitos pais não reconhecem que a fúria é simplesmente uma perturbação em excesso, ou seja algo no meio que está a prejudicar o bebé e não um sentimento natural.
Como situações que provocam mau-estar ao bebé destaca-se a luz intensa, o frio ou o calor ou um ruído muito elevado. Nestes casos sente-se facilmente a perturbação do mais pequeno que pode pronunciar-se de diversas formas como que em jeito de alerta para que seja retirado da situação.
Se esse ruído ou luz continuarem a aumentar, este sentimento transformar-se-à em fúria.
Depois existem os sinais mais comuns de incómodo que, são aqueles a que os pais tentam responder quase que instintivamente: a fralda suja, a fome ou a falta de afecto que fazem com que o bebé esteja infeliz e profundamente inquieto.
No mesmo enquadramento, um bebé que sorri com facilidade, que manifesta bem-estar aos estímulos que lhe são apresentados, está confortável e feliz, o que não quer dizer que, de um momento para o outro a situação não conheça alterações, mas efectivamente um bebé é feliz quando a maioria do seu tempo é passada em relaxamento, a responder aos estímulos do meio, ás atenções dos pais e desperto para aprender mais acerca do mundo que o rodeia.
Com o passar dos meses aumentam as descobertas e também a capacidade dos pais compreenderem melhor aquilo que faz bem ao seu bebé, pois cada vez mais a expressividade será um reflexo do que se passa no seu interior.
É de salientar que, já se verificou que, a maioria das sensações positivas do bebé provém de dentro de si e não ao contrário e, este processo vai manter-se ao longo do seu desenvolvimento, pois dá muito mais felicidade ao ser humano o afecto, a atenção, a compreensão, o elogio e o incentivo do que a maioria dos presentes que lhe oferecemos, o que não quer dizer que não sejam importantes os brinquedos, as recompensas materiais, mas antes de tudo, é essencial que os pais tenham consciência de que, o acto de educar com compreensão, amor, flexibilidade e muita paciência, é o requisito mais elementar para a felicidade e aquele que vai acompanhar o sujeito ao longo do seu percurso.
Não será por acaso que, a maioria dos bebés que não desfruta de dezenas ou centenas de brinquedos, mas que tem pais presentes e que brincam com ele e o preparam para a vida, é muito mais estável, feliz e reconhecido que aquele que, desde cedo tem de substituir os pais pelos brinquedos.
Nunca é demais recordar que, gritar para o bebé é o mesmo que autorizar que ele o faça e que, à medida em que um grita mais, o outro manterá um registo alto.
Ao mesmo tempo, esse tipo de ruído incomoda não só os pais como também o bebé, sendo que, manter um tom de voz baixo facilita muito a relação e a convivência dentro de casa, é tudo uma questão de princípio que pode ajudar a melhorar a felicidade de toda a família!
Nota: Para mais informações acerca deste tema tão complexo, não deixe de consultar o profissional de saúde que faz o acompanhamento do bebé.'
Até já,
5.5.13
Dia da Mãe
Meu filho, porque sem ti não havia Dia da Mãe***
Amo-te muito!
Feliz Dia das mães para a minha mãezinha, também :)
Feliz Dia da Mãe para todas vós que nos acompanham com todo o carinho*
4.5.13
Man Repeller!
Pois que, apesar de este ser um blog sobre maternidade, também é sobre mulheres e homens!
Desde sempre que qualquer um de nós tem coisas que pode odiar no sexo oposto: mãos suadas, transpiração, aquelas coisas brancas no canto da boca... o casaco errado.
Pois que comigo há uma coisa muito simples que me faz repelar sem hesitar: os sapatos. É que até pode ser lindo de morrer e ter uma carteira recheada, mas se estiver mal calçado... ui!
Contudo, meninas, também existe o contrário. Nós também utilizamos algumas coisas nos pés que achamos o último gritinho da moda e que aparece nos mais badalados blogs de moda deste país e eles acham tudo perfeitamente assustador! A diferença é que eles apenas gozam por trás... não são capazes de nos dizer nada.
E que sapatos são esses?
Ora bem... e eu concordo bastante com isto: Se não forem crianças, enfermeiras, médicas ou padeiras, porque raio utilizarão este calçado terrível? Os pés ficam feios, nada femininos e sério... até na praia umas havaianas ficam melhor!
O que eles pensam: Esta senhora não tem cuidado nenhum com a sua apresentação!
Uggs
São simplesmente das piores coisinhas que inventaram. "Ah, mas os pés ficam quentinhos". Oh meu Deus... a sério? É essa a vossa 'desculpa' para utilizarem estas botas? Reparem que... são botas com pele de carneira por dentro que compram por mais de uma centena de euros, ao fim de 1 mês estão todas deformadas e não existe uma peça de roupa que consiga conjugar com as ditas.
O que eles pensam: Esta senhora veio de pantufas para a rua!
Creepers
Não consigo entender... são horríveis!
O que eles pensam: WTF?!
Litas
É mesmo preciso dar razões? Ficam terríveis nos pés, fazem o pé parecer 10 vezes maior e uma barca. Pior do que as verdadeiras, só mesmo as imitações.
O que eles pensam: Coitadinha, tem de usar sapatinhos ortopédicos!
Mas há mais... eu é que não me lembro!
Eu sei que muitas de vós adoram estes modelos e até compraram para usar! É apenas a minha opinião :)
Até já,
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