P A G E S

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14.11.13

A força dos irmãos!

Dois gémeos continuam juntos como se estivessem no útero da sua mamã... Palavras para quê?




Até já,

12.11.13

Teste de APGAR

Teste de APGAR avalia o nível de adaptação do bebé à vida fora do útero. Logo após o nascimento, o pediatra pesa e mede o seu bebé e procede ao Teste (ou Escala) de APGAR que serve para avaliar as condições de vitalidade do recém nascido, ou seja, o seu nível de adaptação à vida extra uterina.







1. O que é?

Teste de APGAR consiste na avaliação de cinco sinais vitais do recém-nascido no primeiro minuto (que permite determinar o grau de tolerância do bebé ao parto), no quinto minuto (que permite avaliar o grau de adaptação do bebé à vida extra uterina) e no décimo minuto após o nascimento, atribuindo-se a cada um dos sinais uma pontuação de 0 a 2 de acordo com a condição observada.


2. Porque é realizado?

Porque é um método simples que permite determinar se o recém-nascido precisa de ajuda para respirar ou se está com algum problema no coração.
O exame é realizado pelo médico ou pelo enfermeiro na sala de parto, logo após o nascimento do bebé, e avalia os seguintes aspetos:


3. Como é realizado?

  • Frequência cardíaca
  • Respiração
  • Tónus muscular
  • Reflexos
  • Cor da Pele

4. Classificação e resultados




  • Resultados normais: quanto maior a pontuação do exame, melhor estará o recém nascido. A pontuação de sete, oito ou nove é normal e é sinal de que o recém-nascido está em perfeitas condições de saúde. Uma pontuação de dez, especialmente ao primeiro minuto, é muito incomum, já que quase todos os recém-nascidos perdem um ponto devido às mãos e pés azuis, característica usual após o nascimento

  •  
  • Resultados anormais: um índice inferior a sete é um sinal de que o recém nascido precisa de atenção médica. Quanto menor a pontuação, mais ajuda precisa para se ajustar à vida extra uterina. Uma pontuação inferior pode ter como causa:

» Um parto com complicações


» Uma cesariana (provocada por complicações no parto ou por observação de sinais de sofrimento do bebé)


» Presença de fluído nas vias respiratórias do recém nascido


Um recém nascido com um índice de APGAR baixo necessita de auxílio para respirar de modo a que o ritmo cardíaco regularize para valores considerados normais.



5. Consequências para a vida futura do bebé

Por norma, uma pontuação baixa no primeiro minuto evolui para uma pontuação normal aos cinco minutos. Uma pontuação baixa não significa que o bebé  vá ter problemas de saúde após o nascimento ou no futuro. Se tem dúvidas, fale com o seu médico e pergunte tudo o que precisa de saber para se sentir esclarecida.


in http://www.maemequer.pt/


25.4.13

Sessão Recém Nascido do M.

Ainda tinha o nosso pequeno pouco mais de 15 dias, quando fizemos a sessão de recém nascido dele com a  Rute Raposo. Nada melhor do que captar os encantos dos nossos bebés nos seus primeiros dias de vida.


A Rute é uma mulher apaixonada pela fotografia e pelo encanto dos bebés. Segundo ela, o seu trabalho consiste na busca constante por momentos únicos e laços de amor eterno.Arte e fotografia são parte de quem ela é.


A cada dia, procura oferecer o seu melhor e aproveitar o presente, observando cada detalhe com um olhar diferente. 


Cada dia é especial e cada bebé, único.


Não poderia estar mais satisfeita com a nossa escolha e voltarei a escolher a Rute quando tiver outro filho (daqui a muitos anos). 


 A Rute desloca-se a casa dos seus clientes para fazer as sessões recém-nascido (para mim muito mais cómodo) e cada sessão dura cerca de 3 horas e os bebés estão bastante confortáveis.

O M. portou-se como um príncipe e foi muito amoroso durante toda a sessão.



Obviamente que tinha de partilhar convosco estas lindas imagens que ficam para sempre.
O fantástico resultado final está abaixo. Obrigada Rute!














Para mais informações sobre o trabalho da Rute visitem:


Facebook Rute Raposo Fotografia

Site Rute Raposo Fotografia

Até já,

23.3.13

A Infecção do M.

Bem, como têm acompanhado, desde que o pequeno M. nasceu, que temos tio alguns desafios para ultrapassar. É caso para dizer que sofri mais num mês do que na minha vida inteira. Sofri com dores da mastite, por deixar de amamentar, da cirurgia e, por fim, do internamento do M.


Contudo, tudo foi ultrapassado com a força deste pequeno guerreiro e do seu PAIZÃO. Acho que teria todas as razões para ter uma depressão pós-parto, mas dou-lhe um chuto no c... traseiro!


Ora, este post serve para vos alertar para os pequenos sinais e sintomas que os vossos bebés podem ter e que NUNCA ser desvalorizados.


A infeccção que o M. teve foi uma Pielonefrite (vulgo infecção urinária alta) e é bem mais comum do que nós pensamos (atenção que tudo o que está descrito abaixo serve para bebés, crianças e adultos)


Explicando: As infecções urinárias baixas são aquelas que acometem a bexiga e uretra. As infecções urinárias altas ocorrem quando há comprometimento de pelo menos um rim. As infecções da bexiga recebem o nome de cistite. As infecções da uretra são as uretrites. A infecções renais são chamadas de pielonefrite.


A pielonefrite é um caso potencialmente grave, pois trata-se de uma infecção de um órgão vital. É um quadro que pode ter gravidade semelhante a uma pneumonia. Se não tratado a tempo e corretamente, pode ter várias consequências.


Sintomas
  1. Nos bebés: Febre, Irritatibilidade inexplicável, falta de apetite 
  2. Crianças e adultos: para além dos mesmos sintomas dos bebés acrescento dores lombares (os bebés também têm mas não conseguem dizer-nos), náuseas e vómitos.
A febre do M. foi o sintoma ao qual demos mais importância (não é normal os bebés recém-nascidos terem febre). Automaticamente ligámos para a Saúde 24 (808 24 24 24) e, após descrevermos os sintomas, o conselho foi ir imediatamente ao hospital (felizmente o Hospital Dona Estefânia é o Hospital da nossa área de residência). Ligando para a Saúde 24, eles enviam logo um fax para hospital com todos os sintomas do paciente e, assim que chegamos, eles já sabem qual é a situação (MUITO BOM!) e, na maioria das vezes, passamos logo à triagem, sem espera.


Depois da consulta da urgência, o M. foi (sozinho com os enfermeiros) fazer alguns exames: análises à urina e sangue e uma punção lombar.  Posso dizer que foi horrível, para mim mãe, ouvir o meu bebé a chorar muito, rodeado de pessoas que não conhecia, totalmente desconfortável. Chorei como nunca... sozinha... (O A. não podia estar comigo, apenas na sala de espera).


1hora depois, ele saiu, com soro e sonolento... o meu menino! o meu pequeno menino que estava doente! Senti-me a pessoa mais impotente do mundo... sem saber o que fazer... como somos pequeninos neste mundo.


Foi para o SO e chegaram as notícias: O M. tinha uma infecção urinária e tinha de ficar internado 10 a 14 dias, conforme a gravidade da situação. Automaticamente deram-lhe antibiótico.


Algumas horas depois fomos transferidos para a Unidade de Infecciologia do Hospital e fui todo o tempo a chorar!


No total fez 3 Punções Lombares (PL), 2 ecos transfontanelares, 2 ecos renais e as análises à urina e ao sangue... e, salvo a primeira PL, não chorou em mais nenhum exame. É um herói este menino!


Agora está em casa a tomar uma medicação manipulada para prevenir novo aparecimento de infecção.


Lá na unidade conhecemos muitos mais casos com os quais fiquei boquiaberta. Casos em que, se chegassem horas mais tarde ao Hospital, as coisas poderiam não ter corrido pelo melhor: Meningites mal curadas, virus no cérebro, bactérias que causaram infecções em feridas mal curadas... não têm noção.


O mais importante é NUNCA desvalorizar as queixas dos nossos pequenos. Mais vale sabermos que está tudo bem do que ficarmos com pesos na consciência.


Outro conselho... qualquer quadro de infecção urinária deve ser sempre tratado com antibióticos. Medicamentos ditos "naturais" podem proporcionar alívio temporário, porém, apenas postergam o tratamento correto do problema.


Queremos, ainda, agradecer a todas as palavras de carinho e apoio que tivemos de todo o lado. Foi uma das razões para ter muita esperança! Agradecemos, também a toda a equipa responsável pelo M. no Hosp. Dona Estefânia. Foram incansáveis.




Até já,

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