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12.10.18

Alergias Sazonais

Como já partilhei há uns dias, andamos às voltas com as alergias sazonais. Aparecem sem dizer nada, ficam, chateiam toda a gente e por vezes ainda temos de tomar algumas coisinhas que nos ajudem a ultrapassar estes momentos demoníacos.

Aviso, de antemão, que NÃO sou médica e pouca percebo sobre isto. Fui pesquisar e, após 2 dias de confirmação de informação, estou aqui a fazer este humilde post 😏 A malta quer é tentar ajudar-se e alguns grupos de Mães confundem mais do que ajudam (e julgam as pessoas. Não a mim que raramente posto ou comento seja o que for, mas as pessoas conseguem ser muito críticas em relação às pessoas que colocam dúvidas... mas este assunto fica para outras núpcias).



E o que onde andam estas malcriadonas?

Surgem apenas durante determinadas épocas do ano - especialmente na primavera, no verão ou no outono - dependendo da substância à qual a pessoa é alérgica.

Salva-se o Inverno, que nas restantes estações existem árvores, ervas e outras que mais, para nos tirar do sério

Os sintomas mais fofinhos  que se revelam são a mucosa nasal (ranhinho) que causam a famosa rinite alérgica, o nariz escorre como tudo,  a membrana que reveste as pálpebras e cobre a parte branca dos olhos, causando uma glamorosa (só que não) conjuntivite alérgica.

Nas crianças, nossos filhos mais queridos e que não entendem o que raio se passa com eles, a obstrução nasal pode levar a uma otite. O revestimento do nariz pode inchar e adquirir uma cor vermelha azulada.

Os seios paranasais também podem ficar obstruídos, provocando dores de cabeça e, ocasionalmente, sinusite. Os espirros são frequentes e chatos comóraio!

Outros sintomas incluem tosse e, algumas vezes, irritabilidade e dificuldade de dormir.

A gravidade dos sintomas varia de acordo com as estações.

Existem alguns tratamentos aconselhados, desde a limpeza frequente dos olhos e desobstrução do nariz com soro fisiológico (a sério, se fizerem isto de manhã e à notie é puro milagre), para evitar escalar a situação para algo mais grave, como as otites já faladas lá em cima. Em alguns casos, um corticoide ou um anti-histamínico são ouro sobre azul.

E, base diária já sabemos, mas bebam MUITA ÁGUA (assim uns 2 litrinhos para compor a coisa nestas alturas).

Ao partilhar a foto do Manel com alergia, uma das minhas queridas seguidoras confidenciou-me que a homeopatia fez milagres com o filho dela. Não conheço a fundo, mas tenho noção que um tratamento homeopático, nestes casos, pretende tratar o que causa a alergia e não os sintomas propriamente ditos. E isto faz todoooooo o sentido. Mas, como disse sei pouco sobre o tema e até gostava que me ajudassem a perceber melhor, caso tenham causos para partilhar ou sejam homeopatas!!

Beijinhos, beijinhos!!!!




10.5.15

Alergias e Intolerâncias nos bebés

Não é hábito beber leite de vaca.
Não porque não goste, na realidade adoro, mas após demasiadas indisposições, permiti-me largar deste pequeno prazer.

Na realidade, esta alteração, mudou a minha vida. Não só parece que acabaram as indisposições como me sinto bastante menos inchada. Nunca fiz nenhum despiste de intolerância ou alergias para perceber se havia ou não alguma relação, mas se me sinto melhor.

E porque estou a escrever sobre isto?

É que o Manel começou a beber leite de vaca, no colégio, esta semana. Em casa não bebe. Continua com a fórmula adaptada à idade dele, que reduz os riscos a contrair alguma intolerância ou alergia. Mas não me opus a isso no colégio.

Contudo, fui ler mais sobre o assunto e descobri que as intolerâncias e alergias alimentares são bastante mais comuns nas crianças que nos adultos.



Uma alergia é uma reação exagerada do sistema imunológico a uma substância normal e inofensiva, denominada de alergénio. O sistema imunológico identifica erradamente o alergénio como uma ameaça e desencadeia uma resposta imunitária desnecessária que provoca sintomas alérgicos.

A alergia alimentar é uma das mais importantes pela fase precoce em que ocorre, embora a prevalência das manifestações – cutâneas, respiratórias e gastrointestinais – varie ao longo do desenvolvimento do bebé. O eczema (pele irritada e inflamada) é, normalmente, o sinais mais comum de reação alérgica.

 Um dos principais fatores de risco para os nossos bebés desenvolverem alergias é o histórico familiar. Ainda assim, mesmo quando nenhum dos pais ou irmãos são alérgicos, existem 12% de risco dos bebés sofrerem de alergias. Os fatores ambientais podem, também, agravar o risco de desenvolver alergias. A exposição precoce a alergénios alimentares (leite de vaca, frutos secos e ovo) e ao fumo do tabaco aumentam o risco alérgico.

Sabe-se que o leite materno é naturalmente hipoalergénico porque tem fatores de proteção e proteínas com baixo potencial de provocar alergias que ajudam a treinar o sistema imunológico do bebé reduzindo a sensibilidade aos alergénios.

Contudo, eu e milhares de Mulheres não amamentaram. Saibam que é possível prevenir até 50% o risco de alergias - eczema atópico - escolhendo o leite mais adequado para o seu bebé. As entidades de referência em pediatria recomendam a utilização de uma fórmula infantil hipoalergénica (H.A.) pelo menos durante os primeiros 6 meses de idade, na ausência total ou parcial do leite materno.

Vou pesquisando mais sobre o assunto para partilhar convosco, aqui no blog.


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